Férias no condomínio: 7 atividades para as crianças


Todo ano, por duas vezes, é a mesma coisa: Começam as férias escolares da criançada. E aí vêm algumas dificuldades também. As crianças no condomínio, muitas vezes sem opção de quadra esportiva ou playground, tendem a brincar de pega-pega, esconde-esconde e outras brincadeiras que acabam produzindo barulho e gritaria, transformando as férias no condomínio num verdadeiro transtorno para o síndico e moradores.

Então, o melhor é colocar a cabeça para funcionar e usar muita criatividade para conseguir entreter as crianças de forma que seja divertido para elas e sem incomodar os moradores.

 

Crianças no condomínio

Claro que cada condomínio tem uma característica, e dependendo das áreas comuns disponíveis, variam as soluções.

O ideal mesmo é que os condôminos se reúnam para chegar a algumas conclusões sobre esse tema e juntos ajudem a tomar decisões que agradem a todos. Lembrando que pode até ser convocada uma assembleia extraordinária para discutir o assunto. É só falar com o síndico.

Nos tempos atuais, se as crianças não tiverem motivação e opções para brincar nas áreas comuns do condomínio, certamente se agruparão e ocuparão com seus aparelhos eletrônicos, sejam eles o celular, o tablet e outros, por horas a fio. E não é isso que gostaríamos para nossos filhos, não é mesmo?

Daí a importância de acharmos soluções mais saudáveis para as férias no condomínio.

 

Férias no condomínio: 7 atividades para as crianças

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1. Empresas especializadas já estão de olho neste mercado

Existem empresas que oferecem recreadores que podem ser contratados para ajudar na organização de brincadeiras. O valor, quando dividido entre os condôminos que têm crianças, não fica alto para ninguém.

 

2. Locação de aparelhos pode ser uma boa ideia

Também é possível com um entendimento prévio, a locação de aparelhos que proporcionam, além das brincadeiras, uma atividade física, como piscina de bolinhas, cama elástica, tobogã, guerra de bolinhas, carrinhos, etc.

Importante aqui que alguns pais topem atuar como voluntários para o acompanhamento dessas brincadeiras.

 

3. Que tal relembrar a infância?

Outra boa ideia é fazer com que os moradores se lembrem das brincadeiras de sua infância e adaptem para as crianças de hoje. Dentre elas, podem ser organizadas atividades como a amarelinha, pular corda, pular elástico, esconde-esconde, queimada, passa anel, bolinhas de gude, pique bandeira, entre tantas outras. É só recordar!

 

4. Não esqueça dos jogos de tabuleiro

Também há, para os dias chuvosos, uma gama bem variada de jogos de tabuleiro que poderão ser adquiridos em conjunto. Mediante a assessoria de adultos voluntários, as crianças passarão um bom tempo em atividades que requerem raciocínio. Exemplos: Banco Imobiliário, Damas, Xadrez, Quebra-cabeças, Detetive, Imagem e ação, Master, Trilha, etc.

 

5. Biblioteca é ótima pedida – e pode se estender além das férias

Pode-se pedir aos moradores que doem livros que estão esquecidos nas estantes. E em alguma sala do condomínio, com a ajuda das próprias crianças, pode ser montada uma biblioteca, estimulando o gosto pela leitura e a troca de ideias entre elas.

 

6. Aula de culinária

Na maioria dos condomínios, há o salão de festas e ali uma pequena cozinha. Sempre é possível achar entre os moradores uma cozinheira voluntária. Aí, basta reunir as crianças para uma aula de culinária, aproveitando para elas fazerem uma refeição ali mesmo. Passatempo garantido!

 

7. Horta é diversão garantida

Já pensou em ter uma horta no seu condomínio? Que tal chamar as crianças para escolher o que plantar, como organizar e planejar os cuidados? Para que isto possa ser feito nas férias, o ideal é pensar na construção da horta uns meses antes.

Essa ideia pode, ainda, ser combinada com a anterior – já pensou as crianças prepararem os alimentos plantados e colhidos por elas?

 

Sempre é estimulante fazer com que as crianças brinquem de uma forma saudável e ativa. Não se esqueça de cuidar da segurança dos pequenos.

Nunca as deixe sozinhas e peça para o síndico colocar avisos e alertas nas áreas comuns – principalmente nas piscinas -, evitando, assim, acidentes indesejáveis.

 

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